As
pessoas saíram para a rua com a intenção de expressar suas opiniões, de abrir
os olhos dos outros, de mostrar ao governo que não se está satisfeito com a
situação atual. A partir de cartazes, cânticos, mostraram a concepção que tinham.
Criado
um evento nas redes sociais, mais de 500.000 pessoas confirmaram presença. Elas
se encontrariam na Praça do Ciclista, exatamente às 18 horas.
Nesse
horário já havia lá cerca de 100.000 pessoas, porém cada vez chegava mais. Ao
perceber que eram poucos os que usavam máscaras pretas em seus rostos, muitos
exclamaram: “isso! Já estava na hora de um protesto em paz!”. Eles não sabiam o
que esperavam aquela noite.
Os cantos
que se sobressaiam sob a multidão eram: “vem, vem pra rua contra o governo”, “só
olhar não adianta” e “enquanto a bola rola não tem escola”.
Quando
estava no meio do caminho, tiveram manifestantes que saíram correndo, foram
poucos os que perceberam o que estava por acontecer. Em volta daquelas milhares
de pessoas formava-se uma barreira militar, não havia mais saída. Havia também
policiais armados, pessoas que os enfrentaram para tentar sair, nem perceberam
que levaram um tiro, morrendo instantaneamente.
Foi
jogado gás éter e, em alguns minutos todo aquele povo já estava desmaiado no
chão. Alguns que mesmo assim resistiram tiveram o mesmo destino dos outros.
Em
nossas mentes não temos sequer uma dúvida dessa realidade. Talvez pelo numero
de pessoas que apoiavam os protestos houve uma ilusão acerca disso. Não importa
quantas pessoas estejam lá, que não desistam por nada desse desejo pela
mudança. Não há modo de mudar esse poder que o governo tem, eles vão mandar em
nós por ainda muitas décadas, e não teremos com alterar esse destino.
-Amanda Jacobs
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